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| 5º LUGAR | ||
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| RESUMO DA PROPOSTA
O projeto para o Teatro de Londrina busca responder às seguintes premissas: 1 – a potencialização das características do sítio, através da apropriação da variação da topografia para equacionar as demandas de uso, e da criação de amplos espaços abertos que reforçam seu caráter público, monumental, e a sua abertura para o espaço urbano. 2 – a máxima racionalidade na organização de acessos, fluxos e demarcações territoriais, com clara distinção entre os domínios do público – espaços com acesso livre, como saguão, café, bilheteria, espaços de comércio, exposições e espaços didáticos – dispostos no pavimento inferior, de acesso; do semi-público – espaços com acesso controlado, como foyer e salas de espetáculos – dispostos na face sul, no segundo pavimento; e do privado, com acesso restrito - caixas cênicas e áreas técnicas, camarins, oficinas, depósitos e carga e descarga, dispostos no segundo pavimento e organizados em um só nível, na cota dos palcos, com circulações independentes do público. 3 – a qualificação dos espaços para o uso e para fruição estética em toda a extensão do complexo, desde as áreas abertas e espaços de recepção de público – praças externas, saguão, foyer – como nos espaços cênicos – tratamento plástico dos elementos cênicos e acústicos das salas de espetáculo – e também nas áreas técnicas, didáticas e de apoio, partido da premissa que tanto visitantes como os profissionais que ali trabalham devem usufruir de espaços ambientalmente bem resolvidos, para além da funcionalidade. 4 – o estudo detalhado das especificidades de uso relativas à cenografia, de modo a potencializar a maior diversidade de usos e combinações entre os diversos espaços cênicos do edifício, ampliando o potencial de conformação de espaços não-convencionais através da integração física entre as caixas cênicas de cada uma das salas, assim como entre seus respectivos foyer’s. 5 – a qualificação acústica de todos os ambientes, com especial cuidado nos espaços cênicos, em que o estudo de acústica contribui para a definição de suas características físicas e dimensionais, atuando no âmbito do conceito inicial da geração do espaço e não apenas como corretivo através da aplicação onerosa de materiais. Esse cuidado comparece também na conformação do volume e da proporção entre as dimensões das salas de aula e ensaio de modo a assegurar o melhor desempenho acústico com a aplicação mínima de materiais especiais, o que também equaciona as áreas de grande afluência de público, minimizando a reverberação excessiva e reforçando a qualificação dos espaços tendo em vista a sua desejada fruição estética, compreendida não apenas na instância visual, mas sensorial e física. 6 – a diferenciação construtiva e formal entre o conjunto dos espaços cênicos – com estrutura industrializada em perfis metálicos e vedações com absoluta estanqueidade acústica – e os espaços técnicos e de público – com estrutura semi industrializada, em sistema misto de pilares metálicos e lajes protendidas ou nervuradas – de modo a conferir a cada tipo de espaço a melhor qualificação construtiva com o menor custo conforme as diferentes demandas quanto às alturas livres, isolamento térmico e acústico, regularidade ou variedade espacial. 7 – a adoção de sistemas construtivos, elementos de vedação e proteção e disposições espaciais virtuosas quanto ao desempenho energético e economia de recursos, tanto na etapa da construção quanto ao longo da vida útil do edifício.
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| PRANCHAS
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Arquiteto Titular: Arq. CARLOS ALBERTO BATISTA MACIEL - Belo Horizonte/MG |
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| IAB-PR | CONCURSO TEATRO LONDRINA | 2006 | ||